A FINMA autoriza a leitura de chips e a geolocalização para o cadastro digital de clientes.
A FINMA agora permite a leitura de microchips inseridos em documentos de identificação biométricos como parte do procedimento de integração online. modificações entrará em vigor no dia 1 de junho de 2021.
Portanto, o Autoridade de Supervisão do Mercado Financeiro Suíço permitirá que a geolocalização seja adotada como uma opção para confirmar o endereço de residência do contratante.
Dois anos após as últimas alterações à Circular sobre "Vídeo e reconhecimento digital", a FINMA está a renovar o procedimento para a introdução de relações com clientes em formato digital, de forma a incorporar a tecnologia mais avançada.
Identificação digital Os procedimentos serão ainda mais digitalizados para permitir que as empresas ofereçam uma experiência de integração perfeita aos usuários.
Portanto, foram consideradas as oportunidades tecnológicas apresentadas pelos passaportes biométricos.
De acordo com as novas alterações, os intermediários monetários poderão dispensar a transferência bancária adotada para identificar os usuários, caso as informações necessárias possam ser interpretadas a partir do microchip inserido nos documentos de identidade biométricos.
A Autoridade Supervisora do Mercado Financeiro Suíço realizou uma reunião pública para a alteração parcial do anúncio acima mencionado. A possibilidade de adoção de dados biométricos provenientes de chips foi unanimemente acolhida, e vários participantes demonstraram interesse em discutir melhorias adicionais no procedimento de identificação.
Por outro lado, a FINMA considera que a identificação digital baseada em vídeo, apoiada por verificação manual, não é suficientemente segura para ser aplicada com mecanismos de segurança adicionais, como transferência bancária ou a leitura de chip recentemente disponibilizada.
